sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

o jogo da sobrevivencia nos mares perigosos

Desde que iniciou a explosão cambriana a quinhentos milhões de anos atrás, ouve as primeiras perseguições entre predadores e presas, como os animais não podiam sair da água por causa das intensas radiações eles eram obrigados a ficar na água sem lugar para se esconder. Milhões de anos passaram e esses animais criaram coisas revolucionarias: conchas. conchas resistentes que aguentavam qualquer batida, nenhum predador conseguiria quebra-la. mesmo assim existe um problema: a locomoção. a locomoção desses animais era bem vagarosa, permitindo que esses animais não conseguissem sair do local. as amonites, cujo já estão extintas, tinham vários tamanhos e uma concha pesada, então essas amonites transformaram conchas em bóias, surgindo os cefalopódes, que são lulas e polvos nos dias de hoje. Mesmo assim eles ainda tem predadores, nos dias de hoje são predadores conhecidos, desconhecidos, e esquisitos. Esse é um mundo onde predadores e presas tem taticas infalíveis, e estruturas para sobreviver nesses mares onde quem sobrevive são os mais fortes, ágeis e inteligentes, um verdadeiro jogo pela sobrevivencia. em recifes de corais existe uma diversidade enorme de animais, predadores e presas. Nos recifes de corais a onde se esconder, mas nem sempre eles escapam. Serpentes marinhas são mestres em encurralar presas, no máximo elas vivem aos dezenove anos, e os recifes de corais são seus postos para se alimentar. por isso animais criaram modos de se proteger. O caranguejo eremita é um deles, ele não nasce com a concha, eles usam as abandonadas pra se esconder, e estabelece parceria com a anémona do mar, pois as anemonas vivem em cima da concha do caranguejo. E como se não bastasse a concha, o caranguejo eremita se defende também com a anémona, usando seus tentáculos venenosos, e ela ganha de recompensa os restos dos alimentos deixado pelo caranguejo eremita. O ouriço do mar possui espinhos para se defender dos inimigos, são animais extramente lentos e geralmente vive em grupos. Existe outros animais que se aproveitam de animais para sobreviver. É o caso do peixe pérola que habitam recifes, o peixe pérola se aproveita do pepino do mar, ele vive no interior do pepino e se alimenta de seu interior, mas não a problema pois o pepino se regenera rapidamente. Em outros recifes os predadores é que tem taticas infaliveis. O peixe sapo é mestre em camuflagens, eles se camuflam entre as rochas brancas do recife, depois dá o bote, o seu ataque dura só um segundo, e possui um mandíbula elástica que o ajuda na hora de capturar a presa, o peixe sapo também possui nadadeiras que não deixam a presa ouvi-la. Geralmente caça crustáceos. Alem desses recifes existe outros locais mais dificeis de sobreviver.

álem desses recifes estende-se um mundo de areia bem difícil de sobreviver, e a camuflagem é crucial. Um polvo caminha sobre a areia, e possui uma concha que mais parece uma pedra se ela estivesse parada, mesmo sem a concha o polvo se clamufaria bem na areia pelo tom da cor de sua pele, como o peixe voador, quando não está planado sobre a água ele está camuflado na areia cinza, seu corpo foi especializado para isso, mas quando estiver nadando e se deparar com um predador ele salta sobre a água em um salto de cinquenta metros em apenas três segundos. E ainda é rápido na água, conseguindo nadar em uma velocidade de cinquenta e seis quilómetros por hora! mas também a polvos predadores, e alguns são venenenosos, outros se camuflam para pegar uma presa. Existe varias espécies de polvos no mundo, predadores e presas, sempre arranjam um jeito de se camuflar. como um polvo no ano passado usou um coco que havia caído na praia, arrastado pela maré e usado por esse polvo, não se sabe se a outros animais que usam essa tatica, mas essa é nova. Existe vários locais que a camuflagem é crucial como nos recifes.
Nos recifes de corais do caribe, pequenas lulas do caribe nadam pelas águas quentes quando se
deparam com uma barracuda, predador comum delas, a maioria das lulas
nessa situação lançariam uma tinta para confundir o predador, mas as lulas do caribe mudam sua coloração e se camuflam no recife. Aos nossos olhos elas ainda estam lá, mas com a barracuda é diferente, pois a barracuda é quase cega e aos seus olhos elas desapareceram. Outros animais usam uma outra tática: quando todos os animais dos recifes vão dormir outras acordam, criaturas estranhas surgem das profundezas.
Os filhotes de grandes predadores também saem para caçar e ganhar experiência, o baiacu também sai para caçar, e a grande raia jamanta de sete metros de comprimento também sai para caçar. no dia tudo volta ao normal, estrelas do mar são mestres em caçar ostras, elas conseguem abrir sua concha com seus pés tubulares e sugar o molusco que está dentro da concha com sua boca. este é o fim da serie mares perigosos, espero que tenham gostado.
Postado e escrito por Henri São Paulo

2 comentários:

Lucas disse...

vlw kra pelo selo, eu tenho q enviar akele selo pra quantas pessoas?

Henri São Paulo disse...

para dez pessoas

postagens mais lidas

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails